Dedico este blog a todas as minhas amigas, ás antigas, ás recentes, quase todas elas mamãs, mas sem nunca esquecer as que ainda não o são, mas que fazem do meu rebento, o rebento delas. A todas vocês, amigas da káty, bem-vindas a este espaço criado por mim para vos oferecer a todas o que de melhor eu tenho para vos dar: a minha sincera amizade...
Obrigada por existirem na minha vida...

26 de março de 2009

Amigas, tenho um presente para vocês!


Pois é minhas lindas, tenho um presente para vocês, vou-vos oferecer um pack de 4 garrafas da Lipton. Gostam? Basta clicarem no link abaixo e registarem-se, e pronto em breve receberam as deliciosas bebidas, comprovo eu que já provei.

E não digam que não vos dou nada...

http://www.lipton.pt/linea/l.aspx?i=34316a89-0b14-73de-633b-285a0641bf33

Beijocas gordas para vocês!

24 de março de 2009

Hoje recebi uma surpresa!





Cheguei ao trabalho de rastos, o Rodrigo esta noite decidiu que não me deixaria dormir.

Os colegas perguntaram-me que cara era aquela, e resmunguei dizendo que era cara de sono.

Subi ao meu posto de serviço e encontrei um papel com uma linda mensagem de amizade, a minha expressão alterou-se como por arte de magia, um sorriso estampou-se no meu rosto e ainda permanece, e acho que permanecerá até ao final do dia, ou mesmo até ao final da minha existência. Porque são momentos como este que me fazem sentir orgulhosa das amigas que tenho, e tu, Nanda, és sem dúvida uma delas.

Obrigada pela linda mensagem, mas essencialmente obrigada por seres minha amiga, por estares sempre presente nos bons e nos maus momentos, por seres sempre sincera comigo, essencialmente por seres como és!!!

Adoro-te!

19 de março de 2009

O meu Pai é Fantástico...


Vos garanto eu, que o conheço há 26 anos !!!


Temos ambos personalidades idênticas, muito teimosos, e por vezes entramos em faísca. Mas faísca esta colorida, como se fogo-de-artificio se tratasse, porque o amor que nos une é tão intenso, que não poderia ser de outra forma.


O meu pai prestou serviço na Marinha Portuguesa durante toda a minha infância, e por vezes esteve ausente, para grande desgosto dele. Mas o que mais o atormentou foi só me ter conhecido aos 5 meses, porque estava em missão da NATO, quando eu resolvi nascer.


Sei que naquele coração bom, guarda tristeza por não ter podido estar a 100% em todas as fases da minha vida, e a maneira que ele arranjou para me compensar, foi a melhor de todas: agora que está reformado, apaparica-me e protege-me como se ainda eu de uma criança me tratasse.


E aproveita todos os segundos passados com o neto, vive com intensidade cada momento dele, sei que lá no fundo isso se deve ao mesmo motivo.


Mas quero que saibas pai, que embora não estivesses sempre presente fisicamente, soubeste realçar na perfeição a tua presença na minha vida, e nunca falhaste como pai, muito pelo contrário: és mesmo o melhor pai do mundo.


E a melhor e mais significativa prova de amor que tu me deste, juntamente com a mãe, foi terem mudado radicalmente a vossa vida, deixarem tudo para trás, para virem viver para a mesma terra onde tive que construir as minhas raizes, e tanto precisava da vossa presença.

Feliz Dia do Pai, Daniel...


Porque os pais também sofrem...

O Daniel, mesmo antes de eu estar grávida, sempre referiu querer assistir ao parto...

Na sua opinião, sendo o rebento responsabilidade dos dois, e já que os pais não poderiam dividir as terríveis dores de parto, ao menos que estivessem presentes para transmitir ás mães alguma segurança e apoio naquela difícil tarefa.

Após engravidar, ele continuou fiel ás suas convicções, não só em relação ao parto, como no consequente acompanhamento que me fez em todas as situações ligadas à maternidade, e quando refiro todas, são mesmo todas, desde ás mais evidentes, como a presença em todas as consultas/ecografias e aulas de preparação para o parto, como até mesmo na paciência em aturar as minhas súbitas alterações de humor, os meus enjoos pela madrugada fora, os meus medos infundamentados e as minhas crises de insegurança quanto à chegada do novo ser nas nossas vidas.

Ás 37 semanas, foi com espanto e receio que recebemos a noticia que o meu parto teria que ser provocado, a tensão arterial estava alta, e a médica não quis arriscar...

Fiquei internada. A nossa despedida foi demorada e muito sentida, as lágrimas escorriam-me pela face, enquanto ele olhava para mim com um meigo sorriso dizendo-me que iria correr tudo bem, escondendo o seu receio que a situação se pudesse complicar...

A minha noite foi longa, mas a dele não foi mais fácil, sem sono, sem fome, sem tranquilidade. Limpou a casa enquanto se tentava distrair preparando o lar para receber o nosso recém nascido...

E a manhã chegou... começou a indução do parto, ambos sabíamos que o hospital só permitia estarmos juntos quando atingisse os 5 dedos de dilatação, mas previamente combinado entre nós, mantivemos-nos em contacto...

Esperando ansiosamente na sala de espera, o futuro papá ia recebendo mensagens minhas quanto à duração e intensidade das primeiras contracções.

Após me serem arrebentadas as águas e consequentemente as dores terem aumentado radicalmente, senti-me incapaz de voltar a agarrar no telemóvel, e então, começou o verdadeiro tormento dele...

Perguntando a todos os médicos e enfermeiras, a cada minuto, por mim, e recebendo como resposta que o trabalho de parto estava muito atrasado, passeava ansioso pelos corredores enquanto ia assistindo aos outros futuros pais a serem chamados para junto das suas mulheres.

Passou uma hora, duas, três, voltou a questionar sobre o mesmo assunto, a reposta foi exactamente a mesma...

No entanto a situação real era bem diferente, em vez de lento, o trabalho de parto estava a ser muito rápido...a intensidade das contracções estavam a desgastar-me e quando anunciei que tinha vontade de fazer força, acharam estava a exagerar, mas acabaram por confirmar estar mais que na hora de chamar o marido...

O Daniel chegou ao pé de mim com a ideia de que só naquele momento eu teria chegado aos 5 dedos de dilatação, mas em vez de 5, eu já tinha 8.

Assustou-se ao ver-me num estado de semi-inconsciência, completamente esgotada pelas violentas dores. Ficou parado ao meu lado, sem saber muito bem o que fazer. Molhou umas compressas e passou mas pelos lábios, deu-me a mão, fez-me festas na testa. E sentiu-se completamente inútil, incapaz de me ajudar. Conteve as lágrimas para estas não caírem... Confessou a si mesmo não estar preparado para me ver sofrer tanto...

Dos 8 aos 10 dedos foi apenas 1 hora, que para ele pareceu uma eternidade...

Seguimos para a sala de partos. Assistiu aterrorizado ao meu desabafo de que não conseguia fazer mais força. A médica incentivou, garantindo de que faltava pouco, e após mais uma tentativa, nasceu o nosso Rodrigo... O som do chorar dele foi mágico, como se de uma linda melodia se tratasse, e aquele pai de que vos falo, acompanhou sem qualquer vergonha o seu filho nessa mesma sinfonia, chorando desalmadamente, ao ponto de soluçar, enquanto me dizia baixinho que estava muito orgulhoso de mim e que se sentia aliviado por o meu sofrimento ter acabado... Guardo esta linda imagem na minha memória...

Obrigada Daniel por sofreres comigo, por me demonstrares assim o quanto me amas, e essencialmente por seres o fantástico pai que és...

Feliz Dia do Pai para ti, porque tu bem o mereces!!!

14 de março de 2009

Tarte de Maçã da Amizade



Assim designei esta nova receita, primeiro porque é facílima de fazer e depois porque é doce como a verdadeira amizade...


Compartilho com vocês esta deliciosa receita:


- 5 ovos
- 1/2 l de leite
- 250 g de açúcar
- 100 g de farinha
- 1 Maçã cortada às meias luas




Bater todos os ingredientes e ir ao forno numa forma sem buraco no meio, untada com manteiga e coberta com as fatias de maçã.



Ontem também experimentei fazer uma nova versão, em vez de maçã, coloquei banana e depois de tirar do forno, polvilhei com canela. Também ficou boa, mas prefiro a de maçã.


Experimentem e depois digam-me de vossa justiça

4 de março de 2009

Deviamos ser todos amigos...


Mas já não sendo tão exigente, ou menos que todos nos respeitássemos uns aos outros...


Hoje estou chateada, mas mesmo chateada, por este mesmo motivo que referi anteriormente. Mais uma vez na vida fui confrontada com atitudes de pessoas que estão longe de serem correctas. Sem mencionar nada em concreto, desabafo, pois a escrita constitui uma aliada sem medidas quando me sinto em baixo...


É dificil pedir ao ser humano para passar o tempo aos abraços, beijinhos, elogios, mas acho que não é nada dificil sermos dignos de confiança, e não tratarmos mal o próximo nas costas...


Mas infelizmente nem toda a gente pensa como eu, e existe pessoas que tentam ao máximo prejudicar as outras, sem ver meios nem afins.


É triste confrontarmo-nos com situações que tão fácilmente poderiam ser evitadas, caso fossemos todos, mais tolerantes, mais sensatos, mais amigos uns dos outros...


São dias como este, que me fazem acreditar cada vez mais, que tenho um bom leque de amigos... Todos vocês me fazem continuar a acreditar que existem pessoas boas... E que estas más, de quem vos falo hoje, não merecem estragar o meu dia... Portanto aqui fica meramente o meu desabafo e "bola para a frente".

Amizade...


O nascimento do meu filho fez de mim uma pessoa melhor...transformando a minha personalidade num recanto de bons sentimentos.

Ao oferecer-me uma alegria nunca antes por mim vivida, passei a pensar mais nele do que em mim, passei a dar menos importância a coisas menores, e dando mais sentido a pequenos detalhes, mas que contam muito mais... como o valor da amizade...

A magia da maternidade ofereceu-me esta vontade incrivel de solidificar as antigas amizades, assim como criar novas ...

É por isso, este blog dedicado a todas as minhas amigas, ás antigas, ás recentes, quase todas elas mamãs, mas sem nunca esquecer as que ainda não o são, mas que fazem do meu rebento, o rebento delas.

A todas vocês, amigas da káty, bem-vindas a este espaço criado por mim para vos oferecer a todas o que de melhor eu tenho para vos dar: a minha sincera amizade